"A cidade está deserta e alguém escreveu o teu nome em toda a parte, nas casas, nos carros, nas pontes, nas ruas. Em toda a parte essa palavra repetida ao expoente da loucura, ora amarga, ora doce... Para nos lembrar que o amor é uma doença quando nele julgamos ver a nossa cura." Manuel Cruz
sábado, 28 de abril de 2007
quarta-feira, 25 de abril de 2007
Onde é que você estava no 25 de Abril?
Hoje, é esta a pergunta que está na ordem do dia. Eu... não estava em lado nenhum, uma vez que nasci uns anos depois. Já nasci numa democracia, e não numa ditadura, onde a politíca que vigorava era a de "orgulhosamente sós", e onde a censura e a repressão eram o "prato do dia".
segunda-feira, 23 de abril de 2007
I'm back...
Estrelinha... voltei, agora já vais poder continuar a ler o meu blogue todas as manhãs. :)
quarta-feira, 18 de abril de 2007
sábado, 14 de abril de 2007
PARABÉNS R.
Gosto das nossas conversas parvas...
Gosto das nossas idas à Americana ler jornais...
Gosto da maneira que às vezes te preocupas comigo...
Gosto que me digas os meus defeitos...
Gosto dos teus conselhos...
Mas acima de tudo gosto de ti... muito...
Obrigada por fazeres parte da minha vida...
quinta-feira, 12 de abril de 2007
A politíca dá-me sono... Ou serão os politícos?
Ontem, dei-me ao trabalho de ver parte da entrevista feita a José Sócrates. Vi cerca de meia hora da entrevista, na qual José Sócrates, falou sobre a polémica à volta da sua licenciatura. A certa altura, o rumo da conversa mudou e começou-me a dar sono... Se não mudo de canal, ainda a esta hora estava a dormir no sofá... :)
segunda-feira, 9 de abril de 2007
I Carry Your Heart With Me- E. E. Cummings
I carry your heart with me (I carry it in my heart)
I am never without it (anywhere I go you go, my dear; and whatever is done by only me is your doing, my darling)
I fear no fate (for you are my fate, my sweet)
I want no world (for beautiful you are my world, my true)
and it's you are whatever a moon has always meant
and whatever a sun will always sing is you
here is the deepest secret nobody knows (here is the root of the root and the bud of the bud and the sky of the sky of a tree called life; which grows higher than the soul can hope or mind can hide)
and this is the wonder that's keeping the stars apart
I carry your heart (I carry it in my heart)
sábado, 7 de abril de 2007
Já me estragaram o dia...
E pergunta vocês porquê... Porque quando eu fui aspirar o carro para a garagem, me cheirou a gás. Depois apareceu um vizinho meu, e reforçou a ideia, perguntando se não me cheirava a gás... E pelos vistos já cheira desde ontem. Eu... pelo sim, pelo não... tirei o carro da garagem... não vá o diabo tecê-las.
quarta-feira, 4 de abril de 2007
domingo, 1 de abril de 2007
Dia das Mentiras
Faz hoje um ano que eu vim da Madeira, para vir passar a Páscoa. Foram uns amigos meus que me foram buscar ao aeroporto. No caminho para casa, liga-me a minha irmã, a dizer que tinha roubado o carro à minha mãe. Eu acreditei... mas depois o meu amigo Rodrigo disse-me assim "és mesmo tótó, então não vês que hoje é o dia das mentiras?". Mas afinal não era uma mentira... era mesmo verdade...
sábado, 31 de março de 2007
quinta-feira, 29 de março de 2007
Porque é que temos soluços?
Isso é que eu gostava de saber... Nunca gostei de ter soluços... Fico sempre muito mal disposta, e por mais que sustenha a respiração eles não param. O meu pai costumava dizer que os soluços ou era frio, fome ou sono ou ruindade do dono. :)
terça-feira, 27 de março de 2007
Justin Timberlake - Director's Cut - What Goes Around...
Isto não é um videoclip... é quase um filme...
domingo, 25 de março de 2007
The Cranberries - Linger
Ontem. estava eu a fazer "zapping", quando parei na VH1, porque estava a dar este videoclip. Fez-me lembrar quando eu andava no 8º ou 9º ano, e esta era a música da moda.
"Adivinha Quanto Eu Gosto De Ti"- Sam McBratney
A Pequena Lebre Castanha, que se ia deitar, agarrou-se bem agarrada às orelhas muito compridas da Grande Lebre Castanha. Quis ter a certeza de que a Grande Lebre Castanha estava a ouvir.
- Adivinha quanto eu gosto de ti- disse ela.
- Ora bem, acho que não consigo adivinhar isso- disse a Grande Lebre Castanha.
- Gosto assim- disse a Pequena Lebre Castanha, esticando os braços o mais que podia. A Grande Lebre Castanha tinha uns braços ainda maiores. Mas eu gosto de TI assim- disse ela.
«Humm, é muito», pensou a Pequena Lebre Castanha.
- Gosto de ti esta altura toda- disse a Pequena Lebre Castanha.
- E eu gosto de ti esta altura toda- disse a Grande Lebre Castanha.
«É mesmo alto», pensou a Pequena Lebre Castanha. «Quem me dera ter uns braços assim.»
Então a Pequena Lebre Castanha teve uma boa ideia. Fez o pino, encostada ao tronco muito esticadinha.
- Gosto de ti até à ponta dos pés!- disse ela.
- E eu gosto de ti até à ponta dos teus pés- disse a Grande Lebre Castanha, fazendo-a girar por cima da cabeça.
- Gosto de ti até onde eu consigo SALTAR! Riu-se a Pequena Lebre Castanha, dando pulos e mais pulos.
- Mas eu gosto de ti até onde eu consigo saltar- sorriu a Grande Lebre Castanha, e saltou tão alto que as orelhas tocaram no ramo da árvore.
«Isto é que é saltar», pensou a Pequena Lebre Castanha. «Quem me dera saltar assim.»
- Gosto de ti o caminho todo até ao rio- gritou a Pequena Lebre Castanha.
- E eu gosto de ti até depois do rio e dos montes- disse a Grande Lebre Castanha.
«É mesmo longe», pensou a Pequena Lebre Castanha. Tinha tanto sono que já quase nem conseguia pensar. Então olhou para além das moitas, para a grande noite escura. Nada podia ser mais longe do que o céu.
- Gosto de ti até à LUA- disse ela, e fechou os olhos.
- Ora, se isso é longe- disse a Grande Lebre Castanha.- É mesmo, mesmo longe.
A grande Lebre Castanha deitou a Pequena Lebre Castanha na caminha de folhas. Inclinou-se e deu-lhe um beijo de boas-noites.
Depois deitou-se muito pertinho e murmurou sorrindo:
- E eu gosto de ti até à Lua... E DE VOLTA ATÉ CÁ ABAIXO.
P.S.: Esta é uma história infantil... mas que traduz na perfeição o que eu sinto por alguém.
quinta-feira, 22 de março de 2007
"Morri e Agora?"
Hoje ia a passar por uma livraria, e vi na montra um livro que eu queria comprar há muito tempo... entrei na livraria, para comprar o livro... Já estava eu para pagar o meu livro, quando ouvi uma senhora perguntar se tinham um livro chamado "Morri e Agora?".
Eu cá para mim... Um livro chamado "Morri e Agora?", para quê? Mas para que raio, é que é um livro chamado "Morri e Agora?". Bem... se muito boa gente diz que há vida para além da morte, talvez este livro até faça sentido. Em todo o caso acho que vou ler, porque um dia destes morro, e depois não sei o que é que hei-de fazer "no outro mundo".
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